Actions of Transfer: Women’s Performance in the Americas – A experiência brasileira

Arte orgânica

Novembro 26, 2008 · Deixe um comentário

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Um dos objetivos do Seminário era pensar e demonstrar um panorama da arte produzida pelas mulheres de ascendência indígena.
Uma das performances, em especial, nos chamou atenção. A “Woman and Water” de Tanya Lukin. Linklater, uma mulher nascida no Alasca e descendente da população nativa. Tanya levou seu filho, de aproximadamente seis meses, para o evento. Obviamente a criança se fazia presente constantemente com choros e risadas e acabou ilustrando muito expressivamente a cena exibida em DVD pela Kiwi: duas mulheres falam sobre a mulher e a ocupação do espaço público e são interrompidas o tempo todo pelo choro de uma criança e precisam abandonar a fala para cuidar da cria.
Localizando o contexto no qual se inscreveu a performace de Tanya, descrevo agora o trabalho apresentado.
Fomos todas para o pátio ao ar livre em frente o local do seminário. Tanya se posicionou embaixo de uma árvore e ao lado de uma fonte. Nós nos sentamos ao redor, na grama. A performance consistia em representar um tipo de ritual. A performer utilizava lençóis e fazia como que uma cama com vários deles. Depois colhia folhas e esmagava uvas produzindo um efeito de sangue. Por fim, se dirigia até a fonte e convidada as pessoas para entrarem na água, de roupa e sapatos: Tanya convidou 3 participantes e os 3 se disponibilizaram a entrar na água fria.
Consideramos, eu e Fernanda, esta performance como algo perigoso no que se refere ao reforço de um discurso que naturaliza a mulher. Que a coloca muito próxima a natureza produzindo uma “arte orgânica”.
Refletimos, sobretudo, na relevância deste tipo de trabalho em um seminário como este. O que significa trazermos para o espaço da universidade (e de uma universidade americana, havemos de manter isso em mente) um simulacro de um expressão indígena? E porque as pessoas se entregaram a experiência e gostaram tanto da performace? Fico cá pensando se este fascínio por um arte vista como “genuína”, como “verdadeira”, não diz mais de uma sociedade tão massificada/ urbana/  de hiperconsumo  que busca experiências que aparenta trazer algo “real”/ legítimo e menos da produção indígena de fato.
Incomodou-me o fato de não localizarmos, as coordenadoras do seminário, criticamente nenhum dos trabalhos. Isso que aparente ser um respeito com as obras, para mim soa como uma certa infantilização. Algo do tipo “seu trabalho é uma gracinha, mas sem conseqüências”.
Enfim… opinião bem pessoal. Peço que as brasileiras relatem suas percepções também para que este relato se amplifique.

Por Daniele Ricieri

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Nossa vingança é ser feliz

Novembro 26, 2008 · Deixe um comentário

O Instituto de Performance da UCLA em Los Angeles (departamento que convocou oficialmente o seminário) a cada ano recebe aproximadamente 4 alunos/as para formação teórica e prática em performance. No primeiro dia quatro alunas fizeram uma demonstração de seus trabalhos que tinham como tema a mulher: Em comum todas tinham uma prontidão corporal e uma técnica de recursos gestuais rara de se encontrar em nossos artistas.
- A primeira performer entrava nua em cena e dançava contracenando com uma voz em off em primeira pessoa. A voz falava sobre uma gravidez indesejada de um feto bizarro e de sua ascendência judia. Quando falou sobre seu trabalho a artista disse que pensou em fazer um depoimento pessoal no qual refletia sobre o nascimento de Israel.
- O outro trabalho foi produzido por uma mulher afro-descentente e tratava do tema da territorialidade. Ela se apresentou em um tapete que imitava um gramado e disse que havia pensando em uma obra que fosse transportável. Porque queria fugir do “main stream” da produção artística nos Estados Unidos que faz com que todos os artistas precisem de um administrador. Ela entendia que uma obra portátil a tornaria mais livre.
- A liberdade de um trabalho realizado no espaço público era o pano de fundo do terceiro trabalho também. Nesta obra havia a junção do corpo e da palavra. A performer epicamente narrava seus próximos gestos e contava de sua experiência dançando no Central Park em Nova Iorque. Embora o assunto não nos parecesse interessante, a forma narrativa com a qual ela descrevia seus gestos era incrível.
- E por fim, a cena de uma mulher que contracenava com uma entrevista em off. A pergunta era “como foi o seu melhor orgasmo?”. E o que poderia ser uma descrição erótica ou obscena se transformava em uma história com muita humanidade. A mulher descrevia seu melhor orgasmo que aconteceu na época da faculdade e narrava a dificuldade que seu corpo encontrava conforme avançava a idade. Como havia se tornado difícil fazer uma dupla que fosse satisfatória para ela. Depois ela contava da vez que em gozou, dançando sozinha, em uma festa! A performer, muito bem humorada, ilustrava a narração com bom gosto. Nós, das Atuadoras, consideramos o prazer feminino um dos temas fundamentais de serem abordados. Precisamos, todas nós, tirar prazer do corpo que é constantemente valorizado como objeto, sentido como inadequado, ou como portador de outro corpo ou de receptáculo do prazer alheio. Isso quando não é um corpo violentado. Descobrir outras possibilidades de se existir passa certamente por um conhecimento do próprio corpo e de suas possibilidades de gozo.

“Nossa vingança é ser feliz!” Esta é uma das frases de protesto das Mujeres Publicas, coletivo de mulheres ativistas na Bolívia.

Por Daniele Ricieri

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“the wind is my audience”

Novembro 22, 2008 · Deixe um comentário

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(painelistas e mediadora do segundo dia. acima, atrizes da kiwi companhia de teatro apresentam trecho de “carne”, em performance interativa ao vivo com vários artistas de vários pontos do planeta)

a frase do título foi retirada do texto da performance “pageantry”, de denise uyehara, uma visita comovente ao universo das bailarinas orientais marginalizadas nos estados unidos pós-pearl harbor. o trabalho abriu a programação do segundo dia do seminário aqui em los angeles e semeou um debate interessante. (todas as performances são seguidas de breves bate-papos com as artistas, sempre mediados por uma scholar).

é interessante notar como a idéia tradicional de “figurino” está sendo deixada para trás, perdendo lugar para as roupas comuns do dia-a-dia das performers, um avanço estético interessante para atrizes que desejam falar sobre seu próprio tempo, ainda que inspiradas por acontecimentos do deep time, de outros tempos ao longo do tempo. ( a idéia obsoleta de figurino que mencionei acima não descarta, claro, alegorias, atributos e outros argumentos cênicos interessantes para a cena).

em pageantry, é interessante também a fusão de músicas de acento oriental com uma série de temas musicais “alegres” dos anos 50, daquela hollywood festiva do pós-guerra, uma ironia cênica que ressalta a marginalização sofrida pelas dançarinas retratadas por denise. as performers trouxeram à luz da cena temas como a “erased memory” (memória apagada), o entendimento e a antropofagia de um “asian body” (corpo asiático) e seus significantes e significados.

em “la bruja monja” (the demon’s nun), as incríveis mulheres mexicanas da fortaleza maya, de chiapas, mostraram um trabalho que, se por um lado ainda permanece ancorado em formas tradicionais de representação e interpretação, supera-se e surpreende pela força política intrínseca de seus temas, que surgem durante a encenação como socos na cara da platéia: o abuso sexual de mulheres, o alcoolismo masculino, a “venda” de mulheres, a hipocrisia da igreja católica, o analfabetismo das populações femininas.

um dos pontos importantes levantados pelas atrizes (campesinas) de FOMMA (fortaleza de la mujer maya), petrona de la cruz e isabel juárez espinoza, foi o fato do trabalho delas desmistificar a crença (preconceituosa) de que um indígena (native) não poderia atuar, muito presente no méxico  (e outros países, por que não?).

logo após o almoço, um painel reuniu duas brasileiras (radicadas nos estados unidos), carla melo e cristina rosa que trouxeram uma brasilidade crítica em seus papers, respectivamente “trans-latinas and the tropical -grotesque seductions of tutti-frutti hats and flaming hearts” (waw) and “what can this baiana do?”.

carla fez uma apresentação extremamente bem-humorada, vestida de carmem-miranda (figura central em sua pesquisa), rompendo com cânones formais de apresentação acadêmica o que nós, brasileiras, adoramos. cristina e carla desconstroem com habilidades personas muito conhecidas do tema “brasilidade”, como carmem miranda e a noção de “baiana”, ao longo do tempo, para construírem uma avaliação crítica do olhar do estrangeiro sobre estas “personagens” e conteúdos.

ainda tivemos leo cabranes-grant, de cuba, falando sobre “re-possessed island: santeria, gender and performance in revolutionary cuba” e karen jaime, apresentando o paper “lookink lovelier and lighter: celena glenn as black cracker”.

ao final do dia, uma performance interativa ao vivo no saguão de uma das alas da universidade reuniu artistas de várias partes do mundo, performando e interagindo de maneiras variadas. fernanda azevedo e márcia bechara, da kiwi cia de teatro, mostraram numa performance filmada e transmitida ao vivo um trecho de seu trabalho, “carne”. daniele ricieri e maysa lepique, do grupo Atuadoras, fizeram sua performance “Cochicho” no local, interagindo com o público presente.

(Por Márcia Bechara)

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Living between

Novembro 21, 2008 · Deixe um comentário

“Não nasci em Porto Rico, mas Porto Rico nasceu em mim”

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Sangue en el deserto

Novembro 21, 2008 · 1 Comentário

Estupros e mutilações de meninas e moças mexicanas na froteira com os Estados Unidos: feminicídio de Juarez. Mais de 300 mulheres foram assassinadas durante dos últimos 11 anos na Cidad Juarez, Chihuahua, na fornteira norte do México.

Segundo a pesquisadora Rita Laura Segato em ensaio para a Revista Estudos Feministas:

“Em todos esses anos, as autoridades apresentaram somente uns poucos suspeitos, sem nunca conseguir convencer a opinião pública de sua culpabilidade. Impunidade e proteção dos assassinos são evidentes tanto para a opinião pública local como para os observadores internacionais. Sugiro que o que é escrito no corpo das mulheres brutalmente assassinadas é a assinatura de um poder local e regional que também conta com tentáculos nacionais. Esses atos de violência aparentemente irracional enunciam, para além de qualquer dúvida, o poder discricionário de seus perpetradores e o controle que eles detêm sobre pessoas e recursos de seu território, selando e reforçando com isso um pacto de fraternidade”.


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“mira mi rosto, mira mi corazón”

Novembro 21, 2008 · Deixe um comentário

identidades transacionais, deep time, a ocupação como reinvenção, temporal gesture, impersonation, imaginação hemisférica, diáspora, mujeres, universo queer, hermafroditas, latinas, índias, translatinas, américa. quem é você neste represamento de intenções? onde você se encontra, onde você pode se perder para se reinventar?

não é que los angeles comporta esta diversidade de imaginários? este país de nacionalidade múltipla e mestiça que é a califórnia, sim, a califórnia, minhas amigas, parece um país. um país complexo, rico, mestiço e transnacional como o próprio brasil. não é à tôa que este seminário “actions of transfer” pudesse acontecer aqui.

a sensação que temos como participantes deste seminário é de estarmos temporariamente habitando um deles lugares utópicos, cheios de possibilidades, tão presentes no imaginário dos grandes filosófos e escritores. ou uma autêntica “taz” – uma zona autônoma temporária, do hakim bey. pois é.

o primeiro dia teve como keynote speaker de abertura alicia gaspar de alba, uma poderosa e vívida escritora, cuja prosa poética aborda o terror das mulheres perseguidas ao longo de gerações. as  450 mexicanas pobres de juaréz, o terror de joana ines de la cruz… novelista premiada e professora da universidade da califórnia – ucla -, alicia trouxe a apresentação “of witch hunts and other furies” – “sobre la caza de brujas y outras furias”. foi impossível não se emocionar com o discurso poético da narrativa de alicia, denso, sofisticado e tão doloroso.

na seqüencia, a excelente jill lane abordou a questão das “hemispheric imaginations”. jill confronta a tradicional idéia de américa-latina como um conceito naive, se desconectado de sua complexidade e realidade histórica. lane desconstrói o tradicional conceito de américa latina (que, segundo ela, traz embutida a “racial domination” e outros ranços) e em seu lugar propõe possibilidades como:

* “america as a practice, not a a place” (américa como uma prática, não um lugar)

* “deep time” (o tempo além das medidas do tempo, conflicting temporalities)

* temporalidades múltiplas

* ocupação (o conceito de occupation – a ocupação de um corpo, historicidade, tempo, etnia, gênero como reinvenção deste lugar, seja como crítica, identificação etc)

jill lane, keynote speaker do instituto hemisférico, trouxe ainda como ilustração o trabalho do ótimo bruce yonemoto (“north, south, eats, west”, com uma reinterpretação de fotografias de soldados da guerra civil americana).

a programação continuou com ricardo dominguez, professora da ucla san diego, que apresentou o painel “transborders disturbances: from dislocations\relocations to new orientations”. com proposições transgressores e muito bem-humoradas, ricardo, uma espécie de gênio de sistemas de informação, propõe intervenções hackers maravilhosas, como uma programa\software que ajuda imigrantes mexicanos a detectarem radares e perigos para cruzar ilegalmente a fronteira; um programa que invade portais e sites reacionários americanos (como o site da imigração, tradição & família americana etc) e os derruba, colocando os mesmos temporariamente fora do ar, entre outros. ricardo dominguez destaca a importância de locais institucionais como a ucla apoiarem pela primeira vez uma ação deste tipo.

finalmente, fechando as apresentações dos keynote speakers, sandra richards fez uma apresentação inspiradora com o nome “african diaspora drama in the americas”. nela, sandra discute os limites e referências da dramaturgia surgida de autoras e autores oriundos da diáspora africana, identificando estes herdeiros como aqueles que:

* têm uma ligação com uma terra natal ou imaginária

* mantêm uma coexistência com seu grupo por pelo menos duas gerações

*possuem uma autoconsciência de participar de um grupo etnoracial.

sandra aborda temas como heranças coloniais, santeria, orixás, a perseguição às mulheres e homens negros, o chamado “repertoire” (repertório) da opressão.

ainda haveria muito o que se falar das painelistas seguintes, das performers americanas (jovens, maduras, técnicas, expressivas, conscientes) que se apresentaram para nosso deleite durante o dia de ontem e as magníficas mexicanas jesusa rodriguez & liliana rodriguez, verdadeiras estrelas da performance de gênero, recebidas com palmas pela platéia do seminário: um casal lésbico que vive junto há 28 anos e que hoje produz um material cênico considerado revolucionário, transgressor, perigoso, forte, impactante, crítico.

a dupla apresentou o trabalho (la soldadera autógena), uma crítica hilária ao machismo mexicano, à incompreensão causada pela diversidade de gêneros, à dificuldade de absorção e compreensão da diversidade causada pelo embotamento do nacionalismo fake mexicano, pela tacanhez de espírito de certos cidadãos (algo em comum com o brasil, garotas?) e outros temas. o delicioso piano de liliana e suas canções iconoclastas tomaram conta do auditório.

por enquanto, é isso. corremos agora para acompanhar o segundo dia, que já começa quente, fiervendo, a-ha!

dentro em breve, mais notícias.

(Por Márcia Bechara)

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carta convite UCLA

Novembro 16, 2008 · Deixe um comentário

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Actions of Transfer: Women’s Performance in the Americas

Novembro 16, 2008 · Deixe um comentário

The objective of this event is to create new strategies for understanding performance as a means of social change. This four-day event will include performances and invited speakers both at UCLA and LATC, along with panel discussions and workshops. It brings together women performers/activists from throughout the Americas and scholars who think about performance as a mode of embodied transmission and social intervention. It offers performers the unique opportunity to share creative work and activist strategies for audience development (both on the local and national level), for depicting oppressive modalities and rehearsing conditions of hope as they promote social change. Scholars whose research encompasses performance studies, new media, and transnational critique will likewise convene a discussion with the artists and with one another around strategies for social and aesthetic change.

This inaugural event that cements UCLA’s long term commitment of participation and exchange with the Hemispheric Institute of Performance and Politics. This proposal represents a cementing of relationships between UCLA and the Hemispheric Institute. Sue-Ellen Case, Professor of Theater and Director of the Center for Performance Studies at UCLA will act as the Principal Investigator. Diana Taylor, director of the Hemispheric Institute at NYU will co-direct. Collaborators at UCLA include: Jose Luis Valenzuela, the Director of LATC and Professor of Theater at UCLA; Chon Noriega, Professor of Critical Studies and Associate Director of the UCLA Chicano Studies Research Center; Susan Leigh Foster, Professor of World Arts and Culture; and Judy Baca, Professor of Chicana and Chicano Studies.

Some of the invited speakers at the event will be Jill Lane, Assistant Professor of Spanish and Portuguese at NYU, Assistant Director of the Hemispheric Institute; Alicia Arrizon, Professor and Chair of Women’s Studies, College of Humanities, Arts, and Social Sciences at UC Riverside to discuss her work on Chicana and Latina performance and mestisaje; Leo Cabranes-Grant, Associate Professor in the Department of Theater and Dance and the Department of Spanish and Portuguese at UC Santa Barbara to discuss his work on Caribbean Performance; and Ricardo Dominguez, Assistant Professor of Visual Arts at UC San Diego to electronic activism around the U.S.-Mexico border.

Artists who will be performing and leading panels include Jesusa Rodriguez and Liliana Felipe, Mexico City; Luisa Calcumil, Patagonia; Mujeres creando, Bolivia, FOMMA, a Mayan Womens’ Collective from Chiapas; a First Nation dancer from Vancouver, Canada, and two local groups. We will also rent spaces for performances and symposia at UCLA and LATC (Los Angeles Theater Company).

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Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres

Novembro 16, 2008 · Deixe um comentário

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A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres estabelece políticas públicas que contribuem para a melhoria da vida de todas as brasileiras e que reafirmam o compromisso do Governo Federal com as mulheres do país.

Percorrendo uma trajetória transversal em todo o governo federal, de modo a estabelecer parcerias com diversas instâncias governamentais, a SPM enfrenta as desigualdades e diferenças sociais, raciais, sexuais, étnicas e das mulheres deficientes.

A SPM trabalha com as mulheres, para as mulheres e pelas mulheres.

A Secretaria foi criada através da Medida Provisória 103 (veja a íntegra no rodapé da página), no primeiro dia do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para desenvolver ações conjuntas com todos os Ministérios e Secretarias Especiais, tendo como desafio a incorporação das especificidades das mulheres nas políticas públicas e o estabelecimento das condições necessárias para a sua plena cidadania.

http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/

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texto sobre KIWI

Novembro 16, 2008 · Deixe um comentário

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